HC reforça ações de conscientização no Dia Nacional da Doação de Órgãos

Muita gente já deve ter ouvido, mas não custa lembrar: doar um órgão é um gesto de solidariedade com quem precisa dele para viver. E a doação só acontece com o consentimento e a autorização da família do paciente. Por isso, neste dia 27 de setembro, Dia Nacional da Doação de Órgãos, o Hospital de Cubatão (HC), mais uma vez realiza ações de conscientização, levando informações para colaboradores e clientes sobre a importância da doação de órgãos.

A conscientização é o primeiro passo para o crescimento das doações. “É importante informar e conscientizar as pessoas sobre a doação de órgãos, a desmistificação do assunto, que não é muito discutido entre as famílias. É preciso falar sobre a doação de órgãos, conhecer e humanizar os processos”, explica Dr. Philippe Sacab.

O Hospital de Cubatão está habilitado para o processo de captação e doação de órgãos e mantém a disposição de suas equipes todos os requisitos necessários para cumprir o protocolo do diagnóstico de morte encefálica. Além disso, a equipe médica e multidisciplinar realiza o processo de acolhimento familiar e humanização no processo de captação de órgãos.

Vários exames são realizados na própria unidade para certificar que os órgãos a serem doados apresentam bom funcionamento e que não possui nenhuma doença que possa ser transmitida ao receptor.

Depois de findado o protocolo de morte encefálica do paciente, e, autorizado pela família, a equipe de captação do Hospital de São Paulo – Unifesp realiza a captação dos órgãos a serem doados. Através da tipagem sanguínea, a Organização de Procura de Órgãos (OPO) detecta os pacientes compatíveis da fila de espera e de imediato é feito o transporte dos órgãos para os receptores.

Desde a reabertura do Hospital de Cubatão, foram 10 doadores totalizando a doação de 34 órgãos.

“Sem doação, não há transplantes. Mais de 32 mil pessoas aguardam na lista de espera por um órgão em todo o Brasil. O engajamento das pessoas é fundamental, muitas vidas podem ser salvas com um gesto de captação“, afirma o médico.

Após a autorização dos familiares, podem ser retirados do doador falecido, órgãos como coração, pulmões, fígado, pâncreas, intestino, rins, córneas, vasos e peles. Portanto, um único doador pode salvar inúmeras vidas.